sábado, 28 de março de 2009

Papa convoca «Ano Sacerdotal»!

O Papa convocou um Ano Sacerdotal, por ocasião do 150º aniversário da morte do santo Cura de Ars, a quem proclamará como padroeiro de todos os sacerdotes do mundo, segundo deu a conhecer a Santa Sé em comunicado.
O Papa fez este anúncio durante a audiência concedida aos participantes do Plenário da Congregação para o Clero, e esta divulgou-o posteriormente num comunicado, no qual detalha algumas das iniciativas postas em andamento por ocasião deste ano jubilar sacerdotal.
O tema escolhido para o Ano Sacerdotal é: «Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote». Está previsto que o Papa o abra com uma celebração de Vésperas, a 19 de Junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação Sacerdotal, «na presença da relíquia do Cura de Ars trazida pelo bispo de Belley-Ars», Dom Guy Claude Bagnard, segundo informa a Santa Sé.
O encerramento será celebrado justamente um ano depois, com um «Encontro Mundial Sacerdotal» na Praça de São Pedro.
Durante este Ano Jubilar, está prevista a publicação de um «Diretório para os Confessores e Diretores Espirituais», assim como de uma «recopilação de textos do Papa sobre os temas essenciais da vida e da missão sacerdotais na época actual».
O objetivo deste ano é, segundo expressou o próprio Papa aos membros da Congregação para o Clero, «ajudar a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea».
Outro tema importante no qual se quer incidir, segundo o comunicado da Congregação, é a «necessidade de potenciar a formação permanente dos sacerdotes ligando-a à dos seminaristas».


Agência Zenit

sexta-feira, 27 de março de 2009

Deus não escolhe os preparados!

Preciso de paroquianos empenhados num determinado serviço. Procuro. Penso. Reflicto. Rezo as possíveis escolhas. Não se encontram os perfeitos. Penso em mim e depressa concluo que não têm de ser especiais nem perfeitos. Eu também não sou. Têm apenas de ser escolhidos, chamados. É o que faço depois de vários meses nisto.Iniciam-se as tarefas ou serviços pretendidos. Os tais paroquianos tornam-se alvo de comentários, uns bons outros maus, sobretudo na base do porque é que foram escolhidos. Porque sim ou porque não. Se são bons ou não. Se são as escolhas acertadas. Para mim são apenas as escolhas aceites. Mas há quem não pense assim, ou melhor, que pense contra. São as vozes daqueles que confundem a perfeição com a vida e transportam para os outros as suas inércias ou limitações ou recalcamentos. A voz de uma dessas senhoras confrontou-me directamente. Ao menos foi corajosa e não foi, como muitas outras vozes, apanágio do falar nas costas. Insistiu imenso que a pessoa tal tinha sido um tamanho erro sem perdão Respondi-lhe, como em tempos alguém me dizia. Para fazer do mundo um jardim, devemos concentrar-nos em fazer do nosso um belo jardim. Quando todos assim fizerem o mundo poderá tornar-se um belo jardim. Mas como teimamos em apontar erros aos jardins dos outros, sobra-nos pouco tempo para nos dedicarmos ao nosso. Ela firmou a sua posição com O senhor padre diz isso porque o erro da escolha foi seu. Com a mesma coragem e firmeza com que ela falou, eu respondi. Deus não escolhe os preparados. Prepara os escolhidos.


sábado, 7 de março de 2009

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma.

O valor e o sentido do jejum: cumprir a vontade do Pai.

No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal). Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.


Valor e sentido da privação de alimentos.


Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O “não comas” e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98). Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.


O verdadeiro jejum.


No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).


Evitar o pecado e crescer na intimidade com o Senhor.


A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum, escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: PL 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».


Finalidade do jejum: ajudar a fazer dom total de si a Deus.


Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no esforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.


BENEDICTUS PP. XVI

segunda-feira, 2 de março de 2009

A.J.C.L - Nova página Web

A Associação de Jovens Cristãos de Luso (A.J.C.L.) está já na Net. Para conhecer a Associação e suas actividades, clicar no link: http://www.ajcl.org.pt/ Na indicação de páginas a visitar - link de páginas Web deste blog - está igualmente disponível. Parabéns aos Jovens de Luso por este outro passo tão importante nos tempos que correm.

O Pároco:
Pe. Carlos Godinho

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Nota Pastoral para a Quaresma 2009

O nosso jejum e a fome de tantas crianças

1. Vamos iniciar a celebração da Quaresma e, com ela, o caminho que nos deve conduzir à Páscoa de Jesus vivida neste ano de 2009.Será Páscoa de Jesus, que a Igreja viverá com Ele; e bom é que esta Páscoa da Igreja cada cristão a experimente na sua vida pessoal, integrando-se pelos sentimentos e pela prática, na assembleia de oração a que pertence.

2. Nas comunidades de toda a Igreja vai proclamar-se a palavra de Deus, que sabiamente nos propõe os caminhos garantidos e milenarmente experimentados para celebrarmos uma Páscoa verdadeiramente cristã, que seja morte e ressurreição com Jesus, que seja morte para o pecado e ressurreição para uma vida nova, aquela vida que se iniciou em nós pelo Baptismo. Estes caminhos são os da escuta da palavra de Deus, da oração mais frequente, da penitência e do jejum, do amor do próximo.

3. Na sua mensagem para a Quaresma do presente ano o Santo Padre Bento XVI valoriza particularmente o jejum, acentuando que ele não é mera prática do passado mas um meio que nos é proposto a todos nós, entorpecidos pelo pecado e suas consequências, como muito conveniente para restabelecermos a amizade com o Senhor.Efectivamente, privando-nos do alimento corporal, dispomo-nos a aceitar outro alimento: "O verdadeiro jejum destina-se a comermos o verdadeiro alimento, que é fazer a vontade do Pai".Lembra também o Santo Padre que esta antiga prática penitencial "pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo", levando-nos a "tomar consciência da situação em que vivem tantos irmãos nossos" nos dias de hoje e por vezes à nossa porta.

4. Nesta perspectiva e sublinhando agora a dimensão da ajuda fraterna nos caminhos da Quaresma, quero lembrar aos membros da Igreja Diocesana de Coimbra as considerações arrojadas do mesmo Papa sobre a pobreza no mundo incluídas na sua Mensagem para o último Dia Mundial da Paz, mensagem em que a pobreza das crianças ganha particular evidência.Assim, fazendo-nos eco da mensagens do Santo Padre e unindo ao jejum uma generosa prática do amor cristão, vamos tomar como destino da nossa campanha de renúncia quaresmal o auxílio a crianças que experimentam privações. Concretizaremos este auxílio no apoio à Casa da Praia de Mira da Obra do Frei Gil e na organização de uma colónia de férias para filhos de desempregados.

5. Que estes motivos e práticas para a vivência de uma autêntica Quaresma cristã não se reduzam à realização de um peditório em um qualquer domingo do tempo quaresmal. Que eles estejam frequentemente presentes nas mensagens e nas orientações dos pastores; em propósitos de grupos apostólicos e de espiritualidade; nas conversas e nos gestos das famílias cristãs, onde as próprias crianças são por vezes as mais genuinamente generosas.Deixo a informação de que, na anterior Quaresma, a nossa campanha permitiu-nos distribuir 29.800 euros por uma casa de formação para raparigas em S. Tomé e Príncipe e uma actividade sócio-pastoral em Santiago de Cabo Verde, a que se juntaram ainda 1.650 euros enviados para um fundo assistencial da Conferência Episcopal Portuguesa.Que o apóstolo São Paulo seja para nós exemplo provocante, ele que tanto se empenhou em reunir as ofertas das suas Igrejas para acudir à pobreza da Igreja de Jerusalém.


+ Albino Mamede Cleto, Bispo de Coimbra

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Reunião de Conselhos Pastorais Paroquiais!

Vai decorrer no Centro Paroquial de Luso, no próximo dia 3 de Março, às 21.00h, a reunião dos Conselhos Pastorais Paroquias.
A reunião faz-se neste local, por ser o que oferece melhores condições para a reunião dos dois Conselhos.
A agenda da reunião será a seguinte:
1. Informações.
2. Organização dos Conselhos e eleição das Comissões Permanentes.
3. Dimensões essenciais da acção Pastoral Paroquial - A Paróquia como expressão da Igreja: apresentação/reflexão (com powerpoint) e diálogo.
4. Avaliação do Programa Pastoral Paroquial.
A reunião foi marcada para esta data, pois o Conselho Pastoral de Pampilhosa está em processo de homologação pelo Bispo Diocesano.
Pe. Carlos Alberto Godinho

Conferência - São Paulo!

Na próxima quarta feira, dia 12 de Fev. temos mais um a Conferência Paulina
no Inst. Univ. Justiça e Paz, será às 21h15 no auditório.
O tema será bastante interessante: «As imagens do corpo nos escritos de S. Paulo»
Será o Prof. Univ. de Coimbra (FLUC) - Luís Umbelino

A organização destas conferências é da responsabilidades
dos Padres Franciscanos e do CADC.